terça-feira, 1 de setembro de 2009
Tercio Lobo de Mesquita
http://www.youtube.com/watch?v=NdIZjClyH-4
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
José Alexandrino de Sousa - As Sete Palavras de Nosso Senhor Jesus Christo na Cruz

José Alexandrino de Sousa, nasceu na cidade de Pouso Alto aos 21 dias de setembro de 1896
e morreu no dia 23 de maio de 1960. Compositor de grande inspiração melódica é ainda pouco conhecido, sendo tocado na semana santa de São João del Rei pela Orquestra Ribeiro Bastos e em Aiuruoca pela Corporação Musical São Vicente de Paula. Foi executa por 3 vezes no Sardoal, em Portugal sob a regência do maestro Miguel Borges e adaptação para banda de música. Essa gravação foi feita ao vivo na semana santa de Aiuruoca. Nada profissional a gravação, o coro um pouco desfalcado, mas mesmo assim dá pra ter uma noção da beleza da peça. Espero que gostem. Infelizmente vão ter que baixar palavra por palavra, pois no site onde foi postada está assim.
1ª Palavra - Pater, dimitte illis.
2ª Palavra - Hodie mecum.
3ª Palavra - Mulier, ecce filius tuus.
4ª Palavra - Deus meus, Deus meus.
5ª Palavra - Sitio.
6ª Palavra - Consummatum est!
7ª Palavra - In manus tuas.
AMÉRICA PORTUGUESA - Armonico Tributo
América PortuguesaDireção: Edmundo Hora
Coro e Orquestra Armonico Tributo
5-6. Anônimo (Salvador-BA) (1759?) - ”Herói, Egrégio, Douto, Peregrino” (Cantata Acadêmica)
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7. Joaquim José Emerico Lobo de Mesquita (1787) - Antiphona de N. Senhora “Salve Regina”
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8-36. Luís Álvares Pinto (1719-1789) - Te Deum
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DOWNLOAD
CD-1
CD-2
Mestres do Barroco Mineiro - vol II (séc.XVIII)

1 Antifona de Nossa Senhora (Salve Regina) - Lobo de Mesquita (4:36)
JOSÉ MAURICIO NUNES GARCIA: Missa de Santa Cecília e Matinas de Finados

- Missa de Santa Cecília (1826)
I. Kyrie
II. Gloria - Et in terra pax
III. Laudamus Te
IV. Domine Deus
V. Qui tollis -Qui sedes
VI. Quoniam
VII. Cum Sancto Spiritu
VIII. Credo - Patrem omnipotentem - Et incarnatus est
IX. Crucifixus - Et resurrexit
X. Sanctus - Benedictus
XI. Agnus Dei
Associação de Canto Coral
Orquestra Sinfônica Brasileira
Edoardo de Guarnieri, regente
Zilda Lourenço, soprano
Lucille Boy Sandra, mezzo-soprano
Isauro Camino, tenor
Juan Carlos Ortiz, baixo
DOWNLOAD:
part 1
part 2
part 3
- Matinas de Finados (s. d.)
I. Credo quod
II. Qui Lazarum
III. Domine, quando
IV. Memento mei
V. Hei mihi
VI. Ne recorderis
VII. Peccantem me
VIII. Domine, secundum
IX. Libera me
Associação de Canto Coral
Betty Antunes, órgão
Cleofe Person de Mattos, regente
Pe. JOÃO DE DEUS CASTRO LOBO: Missa e Credo para 8 vozes

Pe. João de Deus Castro Lobo (Minas Gerais, 1794-1832)TEMPUS NATIVITATIS: José Maurício Nunes Garcia e canto gregoriano

1 Virgo Dei Genitrix (José Maurício Nunes Garcia)
2 Hodie scietis (Gregoriano)
3 Hodie Nobis (José Maurício Nunes Garcia)
4 Tecum principium (José Maurício Nunes Garcia)
5 Benedictus (Gregoriano)
8 Unam petii (Gregoriano)
10 Speciosus forma (Gregoriano)
11 Omnes de Saba venient (José Maurício Nunes Garcia)
12 Alleluia, Angelus Domini (José Maurício Nunes Garcia)
ANTONIO DOS SANTOS CUNHA: Responsórios para o Ofício da Sexta-Feira Santa

Antonio dos Santos Cunha (17??-18??)ANDRÉ DA SILVA GOMES: Ofertórios

- Ofertórios, para coro e baixo contínuo. (1810/1811)
O musicólogo Régis Duprat localizou e catalogou a obra de André da Silva Gomes (1752-1844), bispo que por mais de 50 anos foi mestre-de-capela em São Paulo, na Catedral da Sé e em outras irmandades da capital. Ofertórios registra o resultado destas pesquisas de Duprat com a interpretação do Madrigal UMESP sob a regência de Fábio Henrique Silva.
1. Ad te Levavi
2. Deus tu Convertens
3. Benedixiste Domine
4. Confortamine
5. Laetentur Coeli
6. Exaltabo
7. Scapulis Suis
8. Meditabor
9. Justitiae Domine
10. Laudate Dominum
11. Confitebor tibi... in Toto
12. Improperium
13. Ascendit Deus
14. Mihi Autem Nimis
Madrigal UMESP
Cravo: Kenny Pereira, Jorge Zacharias, Regina Schlochauer
Regência: Fábio Henrique Silva
PART 1 (1-7)
PART 2 (8-14)
Antônio dos Santos Cunha (17xx? - 18xx?) - Missa a 5 Vozes

“Música Sacra no Campo das Vertentes”, foi gravado ao vivo em 21 de abril de 1981, em Ouro Preto, MG, quando esta cidade recebia o título de Monumento Mundial, numa apresentação em homenagem a Amadou-Mahtar M’Bow, Diretor Geral da UNESCO. Regência de José Maria Neves.
Os integrantes da Orquestra e Coral Ribeiro Bastos, desde sua fundação em 1790 aproximadamente, sempre foram moradores de São João del-Rey e cidades vizinhas, cada um com sua profissão, que se reúnem com missão de cultivar e preservar o “Barroco Mineiro”. Para esta apresentação foram convidados o soprano Marly Spiller, o contralto Maria Antonieta Andrade, o tenor Ricardo Tuttman e o barítono Ataíde Beck.
Os 84 integrantes desta apresentação memorável são alfaiates, comerciantes, ferroviários, estudantes, industriários, do lar, advogados, militares, funcionários públicos, professores, contabilistas, músicos militares, bancários, tipógrafos, pintores, bombeiros hidráulicos, datilógrafos, costureiras, gráficos, operários, enfermeiras, modistas, hoteleiros, secretárias, pedreiros e cabeleireiros, como se pode ver nas imagens que anexo, escaneadas do LP.
“Missa A 5 Vozes”, de Antonio dos Santos Cunha (17xx? - 18xx?)
Gravado ao vivo em 21 de abril de 1981, em Ouro Preto, MG, quando esta cidade recebia o título de Monumento Mundial.
1. Kyrie
2. Gloria/Laudamus/ Gratia agimus
3. Domine Deus/Qui tolli
4. Qui sedes/Quoniam
5. Cum Sancto Spiritu
Orquestra Ribeiro Bastos
Regência de José Maria Neves
Brasil en el tiempo de la colonia
Nasceu em Vila Rica, morrendo na mesma vila. Ingressou em 1752 na Irmandade de S. José dos Homens Pardos, na qual atuou como tenor até o fim da vida, e como regente a partir de 1792. Foi regente, de 1776 a 1782 na Igreja de N. Sra. das Mercês de Baixo. - Credo - faixas 01 a 06.
José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
A produção e a qualidade de suas obras fizeram dele um dos mais importantes compositores do Brasil, na época de colônia de Portugal. Nasceu na Freguesia da Sé, nos arredores do Rio de Janeiro e era filho de Apolinário Nunes Garcia e Vitória Maria da Cruz, um casal de mulatos. Suas avós eram escravas. Este legado africano seria a fonte de muitas humilhações que sofreu em sua vida e carreira. Recebeu educação musical dos padres da Sé, e, de acordo com eles, “tinha prodigiosa memória musical; reproduzia tudo o que ouvia, tocava o cravo e a viola sem nunca tê-los aprendido”. Em 1791, apesar de seu defeito físico, foi admitido em ordens, tornando-se um padre da Sé. Logo, era responsável pela música religiosa na igreja. Em 1798, com a morte de Lopes Ferreira, o mestre de capela da Sé, assumiu sua posição. - faixas 07 e 08.
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805)
O maior dos compositores mineiros nasceu na Vila do Príncipe (atual Serro Frio), em 12 de outubro, e morreu no Rio de Janeiro em abril. Mulato, filho de Joseph Lobo de Mesquita e de sua escrava Joaquina Emerenciana, foi libertado por seu pai ao nascer. Iniciou-se em música com o padre Manuel da Costa Dantas, mestre-de-capela da Matriz de Nossa Senhora da Conceição do Serro, participando ainda criança das atividades musicais na Matriz. Antes de 1776, mudou-se para o Arraial do Tejuco (atual Diamantina). Em fins de 1783 ou início de 1784, foi admitido como organista na Matriz de Santo Antônio e, em 17/1/1789, ingressou na Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo. Alistou-se no Terço de Infantaria dos Pardos, onde chegou à patente de Alferes. Com o declínio da mineração, deixou o Arraial e a Ordem do Carmo em meados de 1798, residindo durante um ano e meio na capital da Província, Vila Rica (atual Ouro Preto). Trabalhou como regente para a Irmandade do Santíssimo Sacramento, sediada na matriz de Nossa Senhora do Pilar, no período 1798-1799, e também para a Ordem Terceira do Carmo. Em meados de 1800, abandonou Vila Rica, mudando-se para a capital da colônia, o Rio de Janeiro. De dezembro de 1801 até sua morte, foi o organista da Igreja da Ordem Terceira do Carmo, no Largo do Carmo (atual Praça XV) - Te Deum - faixas 09 a 23.
BRASIL EN EL TIEMPO DE LA COLONIA
Música del Pasado de America (vol. 3)
Camerata Barroca de Caracas. Regente: Isabel Palacios, 1991
01 - Credo: Patrem Omnipotentem
02 - Credo: Sacramentus
03 - Credo: Et Resurrexit
04 - Credo: Sanctus
05 - Credo: Benedictus
06 - Credo: Agnus Dei
07 - Immutemur Habitu
08 - Inter Vestibulum
09 - Te Deum: Te Dominum
10 - Te Deum: Tibi omnes
11 - Te Deum: Sanctus Dominus
12 - Te Deum: Te Gloriosus
13 - Te Deum: Te Martyrum
14 - Te Deum: Patrem Immensae
15 - Te Deum: Sanctum Quoque
16 - Te Deum: Tu Patris
17 - Te Deum: Tu Devicto Mortis
18 - Te Deum: Judex Crederis
19 - Te Deum: Salvum Fac
20 - Te Deum: Per Singulus Dies
21 - Te Deum: Dignare Domine
22 - Te Deum: Fiat Misericordia
23 - Te Deum: Non Confundar
17°, 18° e 19° Festivais de Juiz de Fora
CD 1:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338
I. Allegro vivace
II. Andante, di molto piu tosto allegretto
III. Allegro vivace
Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Presto
João de Deus de Casto Lobo (1794-1832)
Abertura em ré maior
João de Souza Carvalho (1745-1798)
“L’amore industrioso”, Abertura
Orquestra Barroca do 17º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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CD 2:
Franz Joseph Haydn (1732-1809)
Sinfonia no. 104, em ré maior, Hob. I/104, “Londres”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Minueto
IV. Finale: Spirituoso
Carl Phillip Emanuel Bach (1714-1788)
Sinfonia em ré maior, Wq. 183
I. Allegro di molto
II. Largo
III. Presto
José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
Abertura em ré maior
Sinfonia fúnebre
Abertura “que expressa relâmpagos e trovoadas”
Orquestra Barroca do 18º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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CD 3:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner”
I. Allegro con spirito
II. Andante
III. Minueto
IV. Presto
Sigismund Neukomm (1778-1858)
Sinfonia para grande orquestra
I. Andante maestoso - Allegro
II. Minueto
III. (sem indicação de tempo)
IV. Allegro
Orquestra Barroca do 19º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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Padre José Maria Xavier (1819-1887) - Ofício de Trevas, vol. I

Padre José Maria Xavier (1819-1887) - Ofício de Trevas - Vol. 2

“A tradição que envolve o ofício é antiqüíssima. Esta denominação de Trevas está envolvida num contexto ritualístico, extremamente rico em simbologia, e merece uma justificativa litúrgica. Desde o séc. VII, celebra-se com orações as exéquias do Senhor. No séc. VIII, a liturgia franco-romana já conhecia o apagar das luzes durante o ofício. Desde o séc. XII, o nome “Ofício de Trevas” indicava a oração noturna (matinas e laudes) do ofício divino nos três dias que antecedem o Domingo da Ressurreição. As matinas e laudes rezadas seguidas contam 14 salmos, nove leituras (incluindo três lamentações do profeta Jeremias) e nove responsórios. É “de trevas” pois, no decorrer dele, apagam-se sucessivamente as 14 velas em memória das trevas que cobriram a Terra na morte do Senhor. Para esse fim, é usado um candelabro triangular com 15 velas.
A vela da ponta, a décima quinta, representa o Cristo. As outras representam os onze apóstolos e as três Marias. Segundo vários autores medievais, apagar uma vela após cada salmo significa o abandono de Jesus por seus seguidores, principalmente no horto. A liturgia antiga colocava a última vela acesa atrás do altar para trazê-la de volta mais tarde, talvez ao amanhecer, simbolizando assim a morte do Senhor; em São João del-Rey (MG) esta tradição permanece intocada. Em Portugal, a décima quinta vela no alto do candelabro é conhecida como galo ou galo das trevas.
No final do ofício, cantado em latim, era costume fechar os livros com força exagerada ou bater os pés no chão com veemência, simbolizando o terremoto que acompanhou a morte de Jesus e a destruição de Jerusalém.”
Avicenna apresenta o Segundo volume do “Ofício de Trevas”, composto pelo Padre José Maria Xavier (1819-1887, S. João del-Rey, MG), com a Orquestra e Coro dos Inconfidentes, regidos pelo Maestro Marcelo Ramos, gravado na Sala Sérgio Magnani, Palácio das Artes, Belo Horizonte, em dezembro de 2005.
OFÍCIO DE TREVAS - VOL. II
1. Matinas de Sábado Santo - Antiphona
2. Matinas de Sábado Santo - Responsorium I
3. Matinas de Sábado Santo - Responsorium II
4. Matinas de Sábado Santo - Responsorium III
5. Matinas de Sábado Santo - Responsorium IV
6. Matinas de Sábado Santo - Responsorium V
7. Matinas de Sábado Santo - Responsorium VI
8. Matinas de Sábado Santo - Responsorium VII
9. Matinas de Sábado Santo - Responsorium VIII
10. Matinas de Sábado Santo - Responsorium IV
11. Matinas da Ressureição - Invitatório
12. Matinas da Ressureição - Responsorium
13. Matinas da Ressureição - Responsorium II
14. Matinas da Ressureição - Laudes do Tempo Pascal
15. Matinas da Ressureição - Antiphona Final
16. 8ª Leitura de Sábado Santo - Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) - Te Deum & Requiem

Te Deum das Matinas de São Pedro, CPM* 92, foi criado em 1809. Quatro anos antes o Pe. José Maurício fora nomeado Mestre de Capela da Catedral do Rio de Janeiro e, a partir de 1805, envolveu-se afetivamente com Severiana Rosa de Castro, com quem teve 6 filhos. Ao compor o Te Deum, tinha suas necessidades básicas satisfeitas: financeiramente ganhava bem, a ponto de manter uma escola de música gratuita em sua casa, profissionalmente era o Mestre de Capela da Catedral, o máximo que podia aspirar e, emocionalmente, amava e sentía-se amado. O Pe. José Maurício só podia agradecer ao Criador, louvando-o com um Te Deum. A força e a exuberância dos seus sentimentos podem ser sentidas na faixa 5: In Te, Domine, speravi: non confundar in æternum (Em Vós esperei, Senhor, jamais serei confundido).
Te Deum & Requiem - Pe. José Maurício Nunes Garcia
01. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92: 1. Te Deum Laudamus
02. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92: 2. Te Ergo Quae Sumus
03. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92: 3. Æterna Fac
04. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92: 4. Dignare Domine
05. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92: 5. In Te Domine Speravi
06. Requiem CPM 185: 1. Introitus
07. Requiem CPM 185: 2. Kyrie
08. Requiem CPM 185: 3. Graduale
09. Requiem CPM 185: 4. Dies Iræ
10. Requiem CPM 185: 5. Ingemisco
11. Requiem CPM 185: 6. Inter Oves
12. Requiem CPM 185: 7. Offertorium
13. Requiem CPM 185: 8. Sanctus
14. Requiem CPM 185: 9. Benedictus
15. Requiem CPM 185: 10. Agnus Dei
16. Requiem CPM 185: 11. Communio
Coro e Orquestra Sinfônica da UFRJ. Regente: Ernani Aguiar.
16° Festival de Juiz de Fora - Lobo de Mesquita - Missa em Fá, nº 2
01. Missa em Fá Maior - 1. Kyrie
02. Missa em Fá Maior - 2. Gloria
03. Missa em Fá Maior - 3. Cum Sancto Spiritu
04. Missa em Fá Maior - 4. Credo
05. Missa em Fá Maior - 5. Et Incarnatus
06. Missa em Fá Maior - 6. Et Resurrexit
07. Missa em Fá Maior - 7. Sanctus
08. Missa em Fá Maior - 8. Sanctus
09. Missa em Fá Maior - 9. Benedictus
10. Missa em Fá Maior - 10. Agnus Dei
Francesco Durante (Itália, 1684-1755)
11. Litania A Quatro voci
Pedro Antonio Avondano (Lisboa, 1714-1782)
12. Ladainha A Quatro
Florêncio José Ferreira Coutinho (Vila Rica, 1750-1819)
13. Laudate Pueri Dominum
Obras de Capella - Pe. José Maurício Nunes Garcia
“O Visconde de Taunay relata o um diálogo com Bento das Mercês, arquivista da Capela Imperial e colecionador de manuscritos de José Maurício, ocorrido em 21 de dezembro de 1872, após a realização da Missa do Espírito Santo, quando ouviu pela primeira vez uma obra de José Maurício:- Porque quer o Sr. saber-lhe o nome [do compositor]? retrucou-lhe o músico carrancudo e rebarbativo.
- Por ter gostado immenso da sua música.
- Pois não sabe que é do grande José Maurício Nunes Garcia?
Negativamente abanou a cabeça o curioso inquisitor.
- Eis ahi, fulminou-lhe o velho cantor depreciativamente. E é deputado! E é deputado!
- Está a missa impressa? onde poderei compral-a? sofregamente indagou o maltratado parlamentar.
- Impressa! retrucou-lhe o músico amarga, acerbamente: Fique sabendo que até hoje, ouviu? _ até hoje! não existe uma só música do nosso José Maurício impressa! Nem uma única! É assim que o Brasil cuida das suas glórias! E trabalhe a gente e se mate por este paiz! Escrever obras primas para serem apreciadas só pelos cupins e as traças!”
(Visconde de Taunay, 1872).
Naquele momento nada havia disponível. Felizmente a situação mudou um pouco e foi exatamente pela cruzada empreendida pelo Visconde de Taunay, no final do século XIX, que a obra de José Maurício foi sendo redescoberta, tendo sido ele peça chave não só na elaboração de inventários do repertório do compositor, mas também no episódio da compra pelo governo federal, no final do século XIX, do espólio de Gabriela Alves de Souza, sobrinha de Bento das Mercês, e que continha um enorme número de manuscritos mauricianos. O acervo adquirido foi depositado na Biblioteca do então Instituto Nacional de Música, hoje Escola de Música da UFRJ. Foi o Visconde de Taunay ainda um incentivador de execuções de obras de José Maurício, tal como na inauguração da Igreja da Candelária no Rio de Janeiro, em 1898, e outras mais.
(extraído de “As Edições de Obras Sacras de José Maurício Nunes Garcia”, por Carlos Alberto Figueiredo, regente e fundador do Coro de Câmara Pro-Arte, pesquisador da música colonial brasileira, em especial a obra de José Maurício Nunes Garcia.)
Obras de Capella - Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
Coral de Porto Alegre com direção de Gisa Volkmann, Carlos Morejano organista e Ernani Aguiar regente.
01. Credo em Dó Maior CPM 122 - 1. Credo in unum Deum (ouça no YouTube)
02. Credo em Dó Maior CPM 122 - 2. Sanctus - Benedictus
03. Credo em Dó Maior CPM 122 - 3. Agnus Dei
04. Psalmus CXXVI CPM 180a - 1. In convertendo Dominus
05. Psalmus CXXVI CPM 180a - 2. Gloria Patri
06. Psalmus CXXXIX CPM 180b - 1. Domine, probasti me
07. Psalmus CXXXIX CPM 180b - 2. Gloria Patri
08. Ave Regina Caelorum CPM 6 - 1. Ave Regina caelorum
09. Ave Regina Caelorum CPM 6 - 2. Gaude Virgo gloriosa
10. Gradual e Ofertório de São Miguel Arcanjo CPM 138/160 - 1. Benedicite Dominum
11. Gradual e Ofertório de São Miguel Arcanjo CPM 138/160 - 2. Stetit Angelus
12. Responsório “Simon Petre” CPM 171 - 1. Simon Petre
13. Responsório “Simon Petre” CPM 171 - 2. Et clavis regni caelorum
14. Responsório “Simon Petre” CPM 171 - 3. Quodcumque ligaveris
15. Responsório “Simon Petre” CPM 171 - 4. Et clavis regni caelorum
16. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 1. Regem Virginum (Invitatório)
17. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 2. Veni Sancte Spiritus (Antífona)
18. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 3. Barbara Virgem (Jaculatória)
19. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 4. Ave Virgo gloriosa (Hymnus Sanctae Barbarae)
20. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 5. Ave Virgo pulchra tota (Hino)
21. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 6. Ave criminis ignara (Hino)
22. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 7. Ave Barbara serena (Hino)
23. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 8. Ave Barbara beata (Hino)
24. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 9. Ave fulgens margarita (Hino)
25. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 10. Bárbara virgem (1ª Jaculatória)
26. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 11. Bárbara virgem (2ª Jaculatória)
27. Novena de Santa Bárbara CPM 65 - 12. Bárbara virgem (3ª Jaculatória)
28. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92 (1809): 1. Te Deum Laudamus
29. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92 (1809): 2. Te Ergo Quae Sumus
30. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92 (1809): 3. Æterna Fac
31. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92 (1809): 4. Dignare Domine
32. Te Deum das Matinas de São Pedro CPM 92 (1809): 5. In Te Domine Speravi
Apreciem.
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Pe. José Maurício Nunes Garcia - Missa de Santa Cecília
A missa de Santa Cecília é a última criação do Pe. José Maurício. Foi o seu gran finale, la crema de la crema!Esta postagem é uma belíssima remasterização da apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira com a Associação de Canto Coral, há exatamente 50 anos, no Teatro Muncipal do Rio de Janeiro.
01. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 01. Kyrie (ouça no YouTube)
02. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 02. Gloria
03. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 03. Gloria. Et in terra pax
04. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 04. Laudamus Te
05. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 05. Domine Deus
06. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 06. Qui tollis. Qui sedes
07. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 07. Quoniam
08. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 08. Cum Sancto Spiritu
09. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 09. Credo. Patrem omnipotentem. Et incarnatus est
10. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 10. Crucifixus
11. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 11. Et resurrexit
12. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 12. Sanctus. Benedictus
13. Missa de Santa Cecília CPM 113 - 13. Agnus Dei
Associação de Canto Coral (Cleofe Person de Mattos, regente)
Orquestra Sinfônica Brasileira (Edoardo de Guarnieri, regente)
Teatro Municipal do Rio de Janeiro
7 de setembro de 1959
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