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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Música na Catedral de São Paulo - Brasilessentia Grupo Vocal & Orquestra de Câmara da Unesp
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
Libera me (para a Absolvição e Inumação na Missa dos Mortos)
01. 1. Libera me
02. 2. Tremens factus
03. 3. Quando caeli - Dies illa
04. 4. Requiem
05. 5. Libera me
06. 6. Kyrie
07. 7. Requiescat
Pietro Terziani (Roma, 1765-1831)
08. Mihi autem nimis (Ofertório da Missa de Santo André Apóstolo)
José Alves Portugal, séc. XVIII
Dixit Dominus (Salmo 109)
09. 1. Dixit Dominus
10. 2. Donec ponam
11. 3. Juravit Dominus
12. 4. Tu es sacerdos
13. 5. Gloria Patri
14. 6. Sicut erat
José Gomes Veloso (Portugal, séc. XVIII)
Iste sanctus (Anfífona de Magnificat das Primeiras Vésperas de um Mártir, fora do Tempo Pascal)
15. 1. Dixit Dominus
16. 2. Et a verbis impiorum
17. 3. Fundatus enim
José Joaquim dos Santos (Portugal, c.1747-1801)
Lauda Sion (Sequência da Missa da Festa do Corpo de Deus)
18. 1. Lauda Sion Salvatorem
19. 2. Sub diversis speciebus
20. 3. Amen
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 - São Paulo, SP, 1844)
Confitebor Tibi Domine (Salmo 110)
21. 1. Confitebor Tibi Domine
22. 2. Sanctum et terribile
23. 3. Intellectus bonus
24. 4. Gloria Patri
25. 5. Sicut erat
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 - São Paulo, SP, 1844)
26. O vos omnes (Moteto para o depósito da Imagem do Senhor dos Passos)
Anônimo (Séc. XVIII)
Procissão do Enterro (Para Sexta-feira Santa)
27. 1. Heu! Heu!
28. 2. Pupilli facti sumus
29. 3. Cecidit corona
30. 4. Spiritus cordis
31. 5. Æstimatus sum
32. 6. Sepulto Domino
33. 7. In pace factus est
34. 8. In pace in idipsum
35. 9. Caro mea
Antônio José de Almeida (S. Paulo, 1816-1876)
36. Música para Verônica, na Procissão do Enterro de Sexta-feira Santa - O vos omnes
Antônio José de Almeida (S. Paulo, 1816-1876)
Ladainha de Nossa Senhora
37. 1. Kyrie eleison
38. 2. Pater de cælis
39. 3. Sancta Maria
40. 4. Sancta Virgo
41. 5. Mater divinæ
42. 6. Mater castissima
43. 7. Mater intemerata
44. 8. Regina angelorum
45. 9. Regina prophetarum
46. 10 Agnus Dei
Manuel José Gomes (SP, 1792-1868)
Ária para o Pregador
47. 1. Veni Creator Spiritus
48. 2. Amen
Música na Catedral de São Paulo - 1998
Brasilessentia Grupo Vocal, Vitor Gabriel, regente
Orquestra de Câmara da Unesp, Ayrton Pinto, diretor artístico
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Sigismund Neukomm (1778-1858): O Amor Brazileiro
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
01. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 1. Largo
02. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 2. Andante Con Moto
03. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 3. Allegro Assai
04. L’Amoureux (1819) 1. Andante
05. L’Amoureux (1819) 2. Andantino Grazioso
06. L’Amoureux (1819) 3. Allegro
07. O Amor Brazileiro (1819)
08. Fantaisie Pour Flûte (1823)
09. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 1. Andante
10. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 2. Allegro Agitato
11. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 3. Adagio
12. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 4. Allegretto
O Amor Brazileiro - CD 1 de 2 - 2004
Ricardo Kanji, flûtes
Rosana Lanzelotte, pianoforte
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Música na Corte Brasileira - Vol. 3 de 5: Na Corte de D. Pedro I
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Abertura Em Ré Maior
Imperador D. Pedro I (Queluz, Portugal, 1798 - idem, 1834)
02. Independência - Abertura
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
03. O Herói - Abertura
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
04. Missa de Nossa Senhora da Conceição para 8 de dezembro de 1810 - Kyrie e Fuga
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
05. Cuidados, Tristes Cuidados
Imperador D. Pedro I (Queluz, Portugal, 1798 - idem, 1834)
06. Hino da Carta Constitucional
Bernardo José de Souza Queiroz (Séc. XIX)
07. Abertura em Sí Bemol (1814)
Música na Corte Brasileira - Vol. 3 de 5: Na Corte de D. Pedro I - 1965
Faixa 01 e 03: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Faixa 04 a 07: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Collegium Musicum da Rádio M.E.C, Regência: G Kiszely. Olga Maria Schroeter, soprano
Associação de Canto Coral, Diretora: Cléofe Person de Mattos
Selo Odeon, Coordenador-Assistente: Marlos Nobre
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Bernardo José de Sousa Queiroz,
D. Pedro I,
Marcos Portugal,
SIGISMUND NEUKOMM
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Neukomm - Missa Solemnis Pro Die Acclamationis Joahannis VI
A partida de Lisboa em novembro de 1807 foi precipitada. Famílias foram separadas, pois não havia suficiente lugar para todos nos navios. Se a viagem seria desgastante para os que partiam, prenunciava-se uma tragédia em Portugal para os que ficaram. Dois meses depois, em janeiro de 1808, o Príncipe Regente desembarcava em Salvador da Bahia, e no Rio em março. Ele veio acompanhado de sua mãe, a pertubada Rainha Maria, e de umas dez mil pessoas (5% da população da capital de Portugal), em cerca de vinte navios. Dom João instalou um genuíno aparato de Estado e um corpo diplomático. A capital da colônia tornou-se a sede de ministérios, secretarias, serviços públicos e do Conselho de Estado.
As minas de ouro brasileiras já haviam sido exauridas, e a colônia recuperara seu papel tradicional de fornecedora de produtos agrícolas, operada por escravos. O Rio era o maior mercado de escravos da América: um terço de seus habitantes era de origem africana. Os ministros e secretários do Príncipe Regente foram obrigados a contemplar os efeitos de sua política e, ainda pior, conviver com os resultados de sua obra colonial. O choque foi mútuo. Para os brasileiros, o impensável aconteceu: figuras míticas se materializavam inesperadamente na colônia. Os ícones gravados em suas moedas, os personagens que eles conheciam somente através de estátuas e gravuras, estavam ao seu lado, em carne e osso.
Treze anos depois, em abril de 1821, Dom João VI partia em direção oposta, de volta à Lisboa. Mas antes que isso acontecesse, ele foi aclamado no Rio de Janeiro como Rei de Portugal, Brasil e Algarves, uma cerimônia preparada durante dois anos e cujas festividades se prolongaram por muitos dias.
(extraído e traduzido do encarte)
C’est à Rio, en 1817, que Neukomm composa cette messe monumentale, destinée à saluer l’accession au trône du Portugal et du Brésil, du roi Jean VI, lors de la grande cérémonie d’acclamations qui devait avoir lieu l’année suivante. Mais de sombres raisons la firent censurer et le manuscrit en dormait depuis, parmi les quelques deux mille œuvres léguées à la France par ce compositeur.
Après le “Libera me” ajouté à la version carioca du Requiem de Mozart et le Grand Office funèbre, Jean-Claude Malgoire poursuit ici son exploration raisonnée des chefs d’œuvre de ce compositeur trop injustement oublié, avec cet enregistrement “live”. (Disques K617)
Missa Solemnis Pro Die Acclamationis Johannis VI
1. Kyrie
2. Gloria
3. Laudamus te
4. Adoramus te
5. Gratias agimus tibi
6. Domine Deus
7. Qui tollis
8. Quoniam
9. Cum Sancto Spiritu
10. Credo
11. Et incarnatus
12. Et resurrexit
13. Sanctus
14. Benedictus
15. Agnus Dei
Missa Solemnis Pro Die Acclamationis Joahannis VI - 2009
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg,1778 - Paris,1858)
La Grande Écurie et la Chambre du Roy & Chœur de Chambre de Namur
Regência: Jean-Claude Malgoire
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FONTE: http://pqpbach.opensadorselvagem.org/
As minas de ouro brasileiras já haviam sido exauridas, e a colônia recuperara seu papel tradicional de fornecedora de produtos agrícolas, operada por escravos. O Rio era o maior mercado de escravos da América: um terço de seus habitantes era de origem africana. Os ministros e secretários do Príncipe Regente foram obrigados a contemplar os efeitos de sua política e, ainda pior, conviver com os resultados de sua obra colonial. O choque foi mútuo. Para os brasileiros, o impensável aconteceu: figuras míticas se materializavam inesperadamente na colônia. Os ícones gravados em suas moedas, os personagens que eles conheciam somente através de estátuas e gravuras, estavam ao seu lado, em carne e osso.
Treze anos depois, em abril de 1821, Dom João VI partia em direção oposta, de volta à Lisboa. Mas antes que isso acontecesse, ele foi aclamado no Rio de Janeiro como Rei de Portugal, Brasil e Algarves, uma cerimônia preparada durante dois anos e cujas festividades se prolongaram por muitos dias.
(extraído e traduzido do encarte)
C’est à Rio, en 1817, que Neukomm composa cette messe monumentale, destinée à saluer l’accession au trône du Portugal et du Brésil, du roi Jean VI, lors de la grande cérémonie d’acclamations qui devait avoir lieu l’année suivante. Mais de sombres raisons la firent censurer et le manuscrit en dormait depuis, parmi les quelques deux mille œuvres léguées à la France par ce compositeur.
Après le “Libera me” ajouté à la version carioca du Requiem de Mozart et le Grand Office funèbre, Jean-Claude Malgoire poursuit ici son exploration raisonnée des chefs d’œuvre de ce compositeur trop injustement oublié, avec cet enregistrement “live”. (Disques K617)
Missa Solemnis Pro Die Acclamationis Johannis VI
1. Kyrie
2. Gloria
3. Laudamus te
4. Adoramus te
5. Gratias agimus tibi
6. Domine Deus
7. Qui tollis
8. Quoniam
9. Cum Sancto Spiritu
10. Credo
11. Et incarnatus
12. Et resurrexit
13. Sanctus
14. Benedictus
15. Agnus Dei
Missa Solemnis Pro Die Acclamationis Joahannis VI - 2009
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg,1778 - Paris,1858)
La Grande Écurie et la Chambre du Roy & Chœur de Chambre de Namur
Regência: Jean-Claude Malgoire
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FONTE: http://pqpbach.opensadorselvagem.org/
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Música sacra colonial brasileira,
SIGISMUND NEUKOMM
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
17°, 18° e 19° Festivais de Juiz de Fora
Finalmente, a oportunidade de ouvir obras raras e importantes da história da música brasileira. Os CDs trazem três peças orquestrais bem interessantes de José Maurício (que forma, com Villa-Lobos e Carlos Gomes, os “3 Bs” da música brasileira). Mas a maior curiosidade, pelo menos para mim, está na primeira sinfonia composta no Brasil, de autoria do austríaco Sigismund Neukomm. Foi escrita no Rio em 1821 e é engraçado pensar que essa obra tão haydniana foi composta apenas 3 anos antes da 9ª de Beethoven.
CD 1:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338
I. Allegro vivace
II. Andante, di molto piu tosto allegretto
III. Allegro vivace
Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Presto
João de Deus de Casto Lobo (1794-1832)
Abertura em ré maior
João de Souza Carvalho (1745-1798)
“L’amore industrioso”, Abertura
Orquestra Barroca do 17º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
BAIXE AQUI
CD 2:
Franz Joseph Haydn (1732-1809)
Sinfonia no. 104, em ré maior, Hob. I/104, “Londres”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Minueto
IV. Finale: Spirituoso
Carl Phillip Emanuel Bach (1714-1788)
Sinfonia em ré maior, Wq. 183
I. Allegro di molto
II. Largo
III. Presto
José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
Abertura em ré maior
Sinfonia fúnebre
Abertura “que expressa relâmpagos e trovoadas”
Orquestra Barroca do 18º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
BAIXE AQUI
CD 3:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner”
I. Allegro con spirito
II. Andante
III. Minueto
IV. Presto
Sigismund Neukomm (1778-1858)
Sinfonia para grande orquestra
I. Andante maestoso - Allegro
II. Minueto
III. (sem indicação de tempo)
IV. Allegro
Orquestra Barroca do 19º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
BAIXE AQUI
CD 1:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338
I. Allegro vivace
II. Andante, di molto piu tosto allegretto
III. Allegro vivace
Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Presto
João de Deus de Casto Lobo (1794-1832)
Abertura em ré maior
João de Souza Carvalho (1745-1798)
“L’amore industrioso”, Abertura
Orquestra Barroca do 17º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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CD 2:
Franz Joseph Haydn (1732-1809)
Sinfonia no. 104, em ré maior, Hob. I/104, “Londres”
I. Adagio - Allegro
II. Andante
III. Minueto
IV. Finale: Spirituoso
Carl Phillip Emanuel Bach (1714-1788)
Sinfonia em ré maior, Wq. 183
I. Allegro di molto
II. Largo
III. Presto
José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
Abertura em ré maior
Sinfonia fúnebre
Abertura “que expressa relâmpagos e trovoadas”
Orquestra Barroca do 18º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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CD 3:
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner”
I. Allegro con spirito
II. Andante
III. Minueto
IV. Presto
Sigismund Neukomm (1778-1858)
Sinfonia para grande orquestra
I. Andante maestoso - Allegro
II. Minueto
III. (sem indicação de tempo)
IV. Allegro
Orquestra Barroca do 19º Festival de Música Colonial Brasileira e Antiga de Juiz de Fora, em instrumentos de época
Luís Otávio Santos, regente
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