Pe. João de Deus Castro Lobo (Vila Rica, 1794 - Mariana, 1832)
01. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 01. Kyrie
02. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 02. Kyrie. Christe
03. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 03. Kyrie. Kyrie
04. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 04. Gloria
05. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 05. Gloria. Laudamus
06. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 06. Gloria. Gratias
07. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 07. Gloria. Domine Deus
08. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 08. Gloria. Qui tollis
09. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 09. Gloria. Qui sedes
10. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 10. Gloria. Quoniam
11. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 11. Gloria. Cum Sanctus Spiritu
12. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 12. Gloria. Amen
13. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 13. Credo
14. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 14. Credo. Et incarnatus
15. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 15. Credo. Crucifixus
16. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 16. Credo. Et resurrexit
17. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 17. Sanctus
18. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 18. Sanctus. Hosanna
19. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 19. Sanctus. Benedictus
20. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 20. Sanctus. Hosanna
21. Missa e Credo para 8 Vozes em Ré maior - 21. Agnus Dei
Missa e Credo a Oito Vozes - 1985
Associação de Canto Coral, regente: Cléofe Person de Mattos
Camerata Rio de Janeiro, regente: Henrique Morelenbaum
O presente registro foi realizado nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 1985, no Salão Leopoldo Miguez da Escola Nacional de Música, do Rio de Janeiro. “Nossos agradecimentos à Mesbla S.A., na pessoa de seu Gerente de Promoções, Valdemar Torres Neto, que conseguiu “calar” o potente carrilhão de seu simpático relógio nos períodos de gravação.”
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Domenico Zipoli (1688 - 1726): Missa Santo Inácio & Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830): Salmos 115, 119 e 139
Domenico Zipoli (1688 - 1726)
01. Missa Santo Inácio - 1. Kyrie - Kyrie eleison
02. Missa Santo Inácio - 2. Kyrie - Christie eleison
03. Missa Santo Inácio - 3. Kyrie - Kyrie eleison
04. Missa Santo Inácio - 4. Gloria - Gloria in excelsis Deo
05. Missa Santo Inácio - 5 .Gloria - Et in terra pax hominibus
06. Missa Santo Inácio - 6. Gloria - Gratias agimus tibi
07. Missa Santo Inácio - 7. Gloria - Domine Deus, Rex celestis
08. Missa Santo Inácio - 8. Gloria - Domine Fili unigenite, Jesu Christe
09. Missa Santo Inácio - 9. Gloria - Domine Deus, Agnus Dei
10. Missa Santo Inácio - 10. Gloria - Qui tollis peccata mundi, miserere nobis
11. Missa Santo Inácio - 11. Gloria - Qui tollis peccata mundi
12. Missa Santo Inácio - 12. Gloria - Suscipe, deprecationem nostram
13. Missa Santo Inácio - 13. Gloria - Qui sedes ad dexteram Patris
14. Missa Santo Inácio - 14. Gloria - Quoniam Tu solus Sanctus, Tu solus Dominus
15. Missa Santo Inácio - 15. Gloria - Quoniam Tu solus Sanctus, Tu solus Altissimus
16. Missa Santo Inácio - 16. Gloria - Cum Sancto Spiritu
17. Missa Santo Inácio - 17. Credo - Patrem omnipotentem
18. Missa Santo Inácio - 18. Credo - Et incarnatus est de Spiritu Sancto
19. Missa Santo Inácio - 19. Credo - Crucifixus etiam pro nobis
20. Missa Santo Inácio - 20. Credo - Et resurrexit tertia die
21. Missa Santo Inácio - 21. Credo - Et vitam venturi saeculi
22. Missa Santo Inácio - 22. Sanctus - Sanctus, Sanctus, Sanctus
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
23. Salmo 115 - 01. Credidi, propter quod locutus sum
24. Salmo 115 - 02. Gloria Patri
25. Salmo 115 - 03. Sicut erat in principio
26. Salmo 119 - 01. Ad dominum cum tribularer clamavi
27. Salmo 119 - 02. Gloria Patri
28. Salmo 119 - 03. Sicut erat in principio
29. Salmo 139 - 01. Eripe me, Domine, ab homine malo
30. Salmo 139 - 02. Gloria Patri
31. Salmo 139 - 03. Sicut erat in principio
Missa Santo Inácio & Salmos I, II e III - 2004
Orquestra e Madrigal Unisinos
Roberto Duarte, regente
Flávia Fernandes, soprano
Angela Diel, mezzo-soprano
Marcos Liesenberg, tenor
Daniel Germano, baixo-barítono
Gravado na Igreja de Nossa Senhora das Dores, em Porto Alegre, RS, nos dias 11, 12 e 13 de junho de 2004.
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O Amor Brazileiro: Modinhas & Lundus do Brasil
Anonyme/M. Lopez de Honrubias, 1657
01. Marizápalos a lo humano
Antonio José da Silva (1705-1739)
02. De mim já se não lembra
Anonyme, Lisbonne (c. 1700-1750)
03. Vilão do sétimo tom
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
04. Marília bela/Já que só estou dando ais
05. Se fores ao fim do mundo
06. Os me deixas que tu dás
07. Você se esquiva de mim
Domingos Caldas Barbosa (1740-1800) & Leal Moreira (1758-1819)
08. Os teus olhos e os meus olhos
Thomaz Antonio Gonzaga (Porto,1744-Ilha de Moçambique, 1810), musicada por compositor anônimo da mesma época (Marcos Portugal?)
09. Ah! Marília que tormento/Os mares minha bela
10. Sucede, Marília bela/Já, já me vai Marília
Anonyme (Recueilli par Von Martius entre 1817 et 1820)
11. Landum
12. Acaso são estes
Anonyme (Recueilli par Mário de Andrade, 1930)
13. Lundum para piano
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
14. Beijo a mão que me condena
15. Lição 5ª
16. Você trata amor em brinco
J. F. Leal (fins du XVIIIème siècle, début XIXème)
17. Esta noite
Joaquim Manoel Gago da Camara (fin du XVIII siècle, début XIXème. Arrangé pour chant et piano par Sigismond Neukomm)
18. Desde o dia em que eu nasci
19. Vem cá, minha companheira
20. Por que me dizes chorando
21. Estas lágrimas sentidas
Xula carioca
22. Onde vás linda negrinha
Cândido Ignácio da Silva (1800-1838)
23. Lá no largo da Sé velha
O Amor Brazileiro - CD 2 de 2 - 2004
Ricardo Kanji, flûtes
Rozana Lanzelotte, pianoforte
Vox Brasiliensis
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Sigismund Neukomm (1778-1858): O Amor Brazileiro
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
01. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 1. Largo
02. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 2. Andante Con Moto
03. Fantaisie pour Pianoforte et Flûte (1805) 3. Allegro Assai
04. L’Amoureux (1819) 1. Andante
05. L’Amoureux (1819) 2. Andantino Grazioso
06. L’Amoureux (1819) 3. Allegro
07. O Amor Brazileiro (1819)
08. Fantaisie Pour Flûte (1823)
09. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 1. Andante
10. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 2. Allegro Agitato
11. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 3. Adagio
12. Duo pour Flûte et Pianoforte (1820) 4. Allegretto
O Amor Brazileiro - CD 1 de 2 - 2004
Ricardo Kanji, flûtes
Rosana Lanzelotte, pianoforte
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História da Música Brasileira - Orquestra e Coro Vox Brasiliensis - Período Colonial II
Anônimo (recolhido no Brasil por C.P.F. von Martius entre 1817-1820)
01. Lundu
Anônimo (Séc. XVII)
02. Mariniculas
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
03. Você Trata Amor Em Brinco
Anônimo (recolhido no Brasil por C.P.F. von Martius entre 1817-1820)
04. Acaso São Estes - S. Paulo
05. Perdi O Rafeiro - S. Paulo
06. Escuta Formosa Márcia - S. Paulo
07. Foi-se Jozino E Deixou-me - Bahia
08. Prazer Igual Ao Que Sinto - Minas Gerais
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
09. Marília De Dirceu - Ah! Marília, Que Tormento (Ária VIII)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
10. Beijo A Mão Que Me Condena
Anônimo (1759)
11. Herói, Egrégio, Douto, Peregrino 1. Recitativo
12. Herói, Egrégio, Douto, Peregrino 2. Ária
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
13. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 1. Exaudi Nos, Domine
14. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 2. Gloria, Patri
15. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 3. Sicut Era
16. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 4. Immutemur Habitu
17. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 5. Misereris Mnium, Domine
18. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 6. Miserere Mei, Deus (Salmo 56)
19. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 7. Quoniam In Te Confidit
20. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 8. Gloria, Patri
21. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 9. Sicut Era
22. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 10. Kyrie / Christie / Kyrie
23. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 11. Domine, Ne Memeneris (Salmo 78)
24. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 12. Exaltabo Te, Domine
25. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 13. Sanctus
26. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 14. Benedictus
27. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 15. Hosanna
28. Bênção das Cinzas e Missa para a Quarta-Feira de Cinzas 16. Agnus Dei
Luis Álvares Pinto (Recife, 1719 - 1789)
29. Lições De Solfejo 1. Lição XX
30. Lições De Solfejo 2. Lição XIX
31. Lições De Solfejo 3. Lição XXII
32. Lições De Solfejo 4. Lição XXIII
33. Lições De Solfejo 5. Lição XXIV
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
34. Lições De Pianoforte 1. Primeira Parte - Lição XII
35. Lições De Pianoforte 2. Segunda Parte - Lição V
36. Abertura Em Ré
37. Abertura da Ópera “Zemira” (1803) - Ouverture que Expressa Relâmpagos e Trovoadas
História da Música Brasileira - Período Colonial II - 1999
Orquestra e Coro Vox Brasiliensis
Regente: Ricardo Kanji
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História da Música Brasileira - Período Colonial I - Orquestra e Coro Vox Brasiliensis
Anônimo (Séc. XVIII)
01. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 1. Asperges Me/ Domine, Hyssopo (Alegro)
02. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 2. Misere Mei, Deus (Moderato)
03. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 3. Gloria Patri (Andante)
04. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 4. Sicut Erat (Allegro)
05. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 5. Hosana Filio David
06. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 6. Collegerunt Pontifices
07. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 7. Sancuts
08. Asperges Me/ Domine, Hyssopo 8. Pueri Hebraerum (Antífona)
Ignacio Parreiras Neves (Vila Rica, atual Ouro Preto, 1736-1790)
09. Antífona De N. Senhora 1. Salve Regina (Largo)
10. Antífona De N. Senhora 2. Eia Ergo (Andantino)
11. Antífona De N. Senhora 3. Virgo Maria (Adagio)
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
12. Encomendação De Almas 1. Alerta, Mortais (Andante/Poco Allegro)
13. Encomendação De Almas 2. Senhor Deus (Moderato)
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
14. Ego Enem Accepi A Domino
Francisco Gomes da Rocha (1746-1808, Vila Rica, MG)
15. Novena de Nossa Senhora do Pilar 1. Veni Sancte Spiritus (Andantino)
16. Novena de Nossa Senhora do Pilar 2. Domine Ad Adjuvandum (Allegro)
17. Novena de Nossa Senhora do Pilar 3. Gloria Patri (Andante)
18. Novena de Nossa Senhora do Pilar 4. Sicut Era (Allegro)
19. Novena de Nossa Senhora do Pilar 5. In Honorem Sacratissimae virginis Mariae (Invitatorio - Allegro Comodo)
20. Novena de Nossa Senhora do Pilar 6. Quem Terra, Pontus, Sidera (Hino - Andante)
21. Novena de Nossa Senhora do Pilar 7. Virgo Prudentissima (Antífona - Allegretto)
José Alves Portugal, sec. XVIII
22. Donec Ponan (Andante)
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 - São Paulo, SP, 1844)
23. Veni Sancte Spiritus (Allegro Brilhante)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
24. Tota Pulchra Es Maria (Andante Amoroso/Largo)
25. Dies Sanctificatus (Moderato)
26. Justus Cum Ceciderit (Moderato)
Anônimo (Francisco Martins?c.1620-1680)
27. Pueri Hebraeorum
Anônimo (início do séc. XVIII)
28. Ex Tractatu Sancti Augustini
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
29. Moteto “Bajulans”
30. Surrexit Dominus (Allegre)
Luis Álvares Pinto (Recife, 1719 - 1789)
31. Divertimentos Harmônicos 1. Beata Virgo
32. Divertimentos Harmônicos 2. Benedicta Tu In Mulieribus
33. Divertimentos Harmônicos 3. Quae Est Ista
34. Divertimentos Harmônicos 4. Eficieris Gravida
35. Divertimentos Harmônicos 5. Oh! Pulchra Es
Anônimo (início do séc. XVIII)
36. Matais De Incêndios
História da Música Brasileira - Período Colonial I- 1999
Orquestra e Coro Vox Brasiliensis
Regente: Ricardo Kanji
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Luis Álvares Pinto (Recife, 1719-1789): Te Deum Händel (1685-1759): Laudate Pueri Dominum Camerata Antiqua de Curitiba
Luis Álvares Pinto (Recife, 1719 - 1789)
01. Te Deum - 1. Te Dominum
02. Te Deum - 2. Tibi Angeli
03. Te Deum - 3. Sanctus
04. Te Deum - 4. Te Gloriosus
05. Te Deum - 5. Te martyrum
06. Te Deum - 6. Patrem imensae majestatis
07. Te Deum - 7. Sanctum Quoque
08. Te Deum - 8. Tu Patris Sempiternus
09. Te Deum - 9. Tu Devicto
10. Te Deum - 10. Judex crederis
11. Te Deum - 11. Salvum fac
12. Te Deum - 12. Per singulos dies
13. Te Deum - 13. Dignare Domine
14. Te Deum - 14. Fiat, Fiat
15. Te Deum - 15. In te Domine Speravi
Georg Friedrich Handel (1685 - 1759)
16. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 01. Laudate Pueri
17. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 02. Licut nomem Domini
18. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 03. A solis ortu
19. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 04. Excelsus super omnes
20. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 05. Quis sicut Dominus
21. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 06. Suscitans a terra
22. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 07. Qui habitare facit
23. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 08. Gloria Patri
Camerata Antiqua de Curitiba
Fátima Alegria, soprano - Roberto de Regina, maestro
Gravado na Igreja da Ordem Terceira de S.Francisco das Chagas, Curitiba, 1981
Capa do gravurista curitibano Poty Lazzarotto
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01. Te Deum - 1. Te Dominum
02. Te Deum - 2. Tibi Angeli
03. Te Deum - 3. Sanctus
04. Te Deum - 4. Te Gloriosus
05. Te Deum - 5. Te martyrum
06. Te Deum - 6. Patrem imensae majestatis
07. Te Deum - 7. Sanctum Quoque
08. Te Deum - 8. Tu Patris Sempiternus
09. Te Deum - 9. Tu Devicto
10. Te Deum - 10. Judex crederis
11. Te Deum - 11. Salvum fac
12. Te Deum - 12. Per singulos dies
13. Te Deum - 13. Dignare Domine
14. Te Deum - 14. Fiat, Fiat
15. Te Deum - 15. In te Domine Speravi
Georg Friedrich Handel (1685 - 1759)
16. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 01. Laudate Pueri
17. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 02. Licut nomem Domini
18. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 03. A solis ortu
19. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 04. Excelsus super omnes
20. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 05. Quis sicut Dominus
21. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 06. Suscitans a terra
22. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 07. Qui habitare facit
23. Laudate Pueri Dominum (Salmo 112) 08. Gloria Patri
Camerata Antiqua de Curitiba
Fátima Alegria, soprano - Roberto de Regina, maestro
Gravado na Igreja da Ordem Terceira de S.Francisco das Chagas, Curitiba, 1981
Capa do gravurista curitibano Poty Lazzarotto
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Música Sul Americana do Século XVIII: barroco (mesmo!) do Brasil e do Peru - texto atualizado com novas informações
Anônimo, Bahia, 1759 [Padre Caetano de Melo Jesus?]
(descoberta e revisão de Regis Duprat)
1. Laudatória para Canto, Violinos e Baixo-Contínuo: Recitativo e Ária
José de Orejón y Aparicio (Huacho, 1706-Lima,1765)
(descoberta e revisão de Andrés Sas)
2. Mariposa - Cantata Para Soprano, Violinos e Baixo-Contínuo: Recitativo e Ária
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
(descoberta e revisão de F. Curt Lange)
3. Ofertório de Nossa Senhora
Orquestra de Câmara de São Paulo - 1965
Olivier Toni, regente - Marília Siegl, soprano solista (faixa 1 e 2)
Grupo Coral do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, Walter Lourenção, diretor (faixa 3)
* Todas as obras aparecem aqui em primeira gravação mundial *
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Música na Corte Brasileira - Vol. 3 de 5: Na Corte de D. Pedro I
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Abertura Em Ré Maior
Imperador D. Pedro I (Queluz, Portugal, 1798 - idem, 1834)
02. Independência - Abertura
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
03. O Herói - Abertura
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
04. Missa de Nossa Senhora da Conceição para 8 de dezembro de 1810 - Kyrie e Fuga
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
05. Cuidados, Tristes Cuidados
Imperador D. Pedro I (Queluz, Portugal, 1798 - idem, 1834)
06. Hino da Carta Constitucional
Bernardo José de Souza Queiroz (Séc. XIX)
07. Abertura em Sí Bemol (1814)
Música na Corte Brasileira - Vol. 3 de 5: Na Corte de D. Pedro I - 1965
Faixa 01 e 03: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Faixa 04 a 07: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Collegium Musicum da Rádio M.E.C, Regência: G Kiszely. Olga Maria Schroeter, soprano
Associação de Canto Coral, Diretora: Cléofe Person de Mattos
Selo Odeon, Coordenador-Assistente: Marlos Nobre
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Marcadores:
Bernardo José de Sousa Queiroz,
D. Pedro I,
Marcos Portugal,
SIGISMUND NEUKOMM
Música na Corte Brasileira - Vol. 2 de 5: Na Corte de D. João VI
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Abertura da Ópera Zemira (1803) - Ouverture que Expressa Relâmpagos e Trovoadas
02. Te Deum das Matinas de São Pedro (1809) - 1. Te Deum Laudamus
03. Te Deum das Matinas de São Pedro (1809) - 2. Te Ergo Quae Sumus
04. Te Deum das Matinas de São Pedro (1809) - 3. Æterna Fac
05. Te Deum das Matinas de São Pedro (1809) - 4. Dignare Domine
06. Te Deum das Matinas de São Pedro (1809) - 5. In Te Domine Speravi
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
07. Abertura nº 16
Antonio José do Rego (Séc. XVIII) & Domingos Caldas Barbosa (Séc. XVIII)
08. Ora a Deus Senhora Ulina
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
09. Beijo a mão que me condena
Antonio da Silva Leite (Portugal, séc. XVIII)
10. Chula carioca
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830)
11. Hino para a Aclamação de D. João VI
Música na Corte Brasileira, Vol 2 - Na Corte de D. João VI - 1965
Faixa 01 e 06: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Associação de Canto Coral, Diretora: Cléofe Person de Mattos
Dircea Amorim, soprano. Juan Thibault, tenor. José Evergisto Netto, tenor.
Faixa 07 a 11: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Collegium Musicum da Rádio M.E.C, Regência: Julieta Strutt. Olga Maria Schroeter, soprano
Selo Odeon, Coordenador-Assistente: Marlos Nobre
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Música na Corte Brasileira - Vol. 1 de 5: O Vice-Reinado
Anônimo da Bahia
01. Uma mulata bonita
Anônimo (Séc. XVIII) & Thomaz Antonio Gonzaga (Porto, 1744-Ilha de Moçambique, 1810)
02. No regaço da ventura
Joaquim Manoel (Séc. XVIII) & harmonizado por Sigismund Neukomm
03. Se me desses um suspiro
04. Se queres saber a causa
05. Foi o momento de ver-te
06. Triste salgueiro
07. Desde o dia em que nasci
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830) & Domingos Caldas Barbosa (1740-1800)
08. Você trata o amor em brinco
Anônimo (Rio, séc. XVI) & harmonizada para coro por Villa-Lobos
09. Canidê-Ioune
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
10. Crux fidelis
11. Judas mercator pessimus
12. Sinfonia Fúnebre
Música na Corte Brasileira, Vol 1 - O Vice-Reinado - 1965
Faixa 01 a 08: Collegium Musicum da Rádio M.E.C., Regência: George Kiszely
Olga Maria Schroeter, soprano
Faixa 09 a 12: Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio M.E.C., Regência: Alceo Bocchino
Associação de Canto Coral, Diretora: Cléofe Person de Mattos
Selo Odeon, Coordenador-Assistente: Marlos Nobre
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O Sacro e o Profano na música da corte de D. João VI
Em comemoração ao bicentenário da chegada da família real, o Quarteto Colonial apresenta o CD “O SACRO E O PROFANO”, contendo os motetos para a Semana Santa e para a Quarta-feira de Cinzas de José Maurício, executados a capella, e modinhas e lundus que animaram os saraus da aristocracia do período.
O SACRO
Os motetos para a Semana Santa aqui gravados fazem parte de um volume intitulado “Obras Corais” publicado em 1976 pela Associação de Canto Coral, com organização de Cleofe Person de Mattos, musicóloga responsável pela revitalização da obra de José Maurício. Embora tenham sido organizadas na sequência dos eventos da Semana Santa, as peças foram compostas em épocas diferentes, formando, entretanto, um conjunto bastante harmonioso. O Gradual Tenuisti Manum Dexteram Meam assim como os motetos In Monte Olivetti e Improperium Expectavi fazem parte do Ofício de Domingo de Ramos (CPM 218-2,7 e 10). Domine Tu Mihi Lavas Pedes (CPM 198) é uma antífona para a cerimônia do Lava-pés. O moteto Judas Mercator Pessimus (CPM 199) foi escrlto para o Ofertório da Missa de Quinta-feira Santa. Domine Jesu (CPM 208) é um moteto para ser cantado na noite de Quinta-feira Santa na Procissão do Senhor dos Passos. Popule Meus (CPM 222), Crux Fidelis/Felle Potus (CPM 205) e Sepulto Domino (CPM 223) fazem parte de um mesmo manuscrito intitulado “Bradados de 6ª feira maior”. Completam as obras sacras de José Maurício os motetos Immutemur Habitu (CPM 61) e Inter Vestibulum (CPM 62), para a Ouarta-feira de Cinzas.
O PROFANO
Além das idas à Capela Real ou ao Teatro, a corte também se deliciava com as modinhas e lundus interpretados durante os saraus que ocorriam nos palácios ou nas residências de famílias abastadas. Sabe-se que o próprio Padre José Maurício, por vezes, participava dessas festas, tocando cravo ou acompanhando cantores, tendo sido convidado, pelo menos uma vez, a tocar para Dom João. De José Maurício apresentamos a modinha No momento da partida. Essa modinha, sem indicação própria de catálogo é anunciada no Jornal do Comércio de 23/02/1837.
Dentre os modinheiros aqui apresentados, talvez o mais importante seja o mulato Domingos Caldas Barbosa, apontado como o responsável pela introdução da modinha brasileira em Portugal no século XVIII. São de sua autoria os textos de três modinhas: Homens errados e loucos, Você trata amor em brinco e Os teus olhos e os meus olhos. As modinhas e lundus escolhidos foram selecionados a partir de algumas importantes fontes da época. Homens errados e loucos, ao lado de É delícia ter amor e Meu amor minha sinhá, faz parte do manuscrito intitulado “Modinhas do Brazil”, encontrado na Biblioteca da Ajuda em Portugal. Você trata amor em brinco, com melodia de Marcos Antonio (Marcos Portugal) foi publicada em fins do século XVIII no “Jomal das Modinhas com acompanhamento de Cravo pelos milhores autores dedicado a Sua Alteza Real Princeza do Brazil” - Carlota Joaquina -, onde também se encontram a modinha Marília tu não conheces, de autor anônimo e a “Moda do Londu” Já se quebrarão os laços, de Joze de Mesquita. Os teus olhos e os meus olhos é um caso curioso de modinha inserida num contexto operístico, no caso, a ópera “A Vingança da Cigana”, de Antonio Leal Moreira, importante autor português do século XVIII, que foi mestre da Capela Real e o primeiro diretor do Teatro de São Carlos, em Lisboa. O lundu Menina você que tem, de autor anônimo, faz parte da “Colecção de Canções e Modinhas de diversos autores para voz com acompanhamento de Viola ou Pianoforte” (c. 1830). Completam a seleção as modinhas Estas Lágrimas Sentidas e Se Queres Saber a Causa de Joaquim Manoel Gago da Camera (nome completo segundo pesquisa de Marcelo Fagerlande). Essas modinhas foram harmonizadas para pianoforte por Sigismund Neukomm e encontram-se atualmente na Biblioteca de Paris.
(Maria Aida Barroso, no encarte)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Motetos para a Semana Santa - 1. Gradual Para Domingo De Ramos
02. Motetos para a Semana Santa - 2. In Monte Oliveti
03. Motetos para a Semana Santa - 3. Domine Tu Mihi Lavas Pedes
04. Motetos para a Semana Santa - 4. Domine Jesu
05. Motetos para a Semana Santa - 5. Judas Mercator Pessimus
06. Motetos para a Semana Santa - 6. Improperium Expectavi
07. Motetos para a Semana Santa - 7. Popule Meus
08. Motetos para a Semana Santa - 8. Crux Fidelis
09. Motetos para a Semana Santa - 9. Felle Potus
10. Motetos para a Semana Santa - 10. Sepulto Domino
11. Motetos para a Quarta-Feira de Cinzas - 1. Immutemur Habitu
12. Motetos para a Quarta-Feira de Cinzas - 2. Inter Vestibulum
Marcos Antonio Portugal da Fonseca (Portugal, 1762-Rio, 1830) & Domingos Caldas Barbosa
13. Você Trata Amor Em Brinco
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
14. No Momento Da Partida
Anônimo (Séc. XVIII)
15. Meu Amor Minha Sinhá
Joze de Mesquita (Séc XVIII)
16. Já Se Quebrarão Os Laços (Moda do Londu)
Joaquim Manuel Gago da Camera (Harmonizado por Sigismund Neukomm)
17. Estas Lágrimas Sentidas
18. Se Queres Saber A Causa
Anônimo (Séc. XVIII)
19. É Delícia Ter Amor
Anônimo/Domingos Caldas Barbosa
20. Homens Errados E Loucos
Anônimo (Séc. XVIII)
21. Menina Você Que Tem
22. Marília Tu Não Conheces
Antonio Leal Moreira/Domingos Caldas Barbosa
23. Os Teus Olhos E Os Meus Olhos
O Sacro e o Profano - 2006
Quarteto Colonial
Doriana Mendes, soprano
Talita Siqueira, contralto
Geilson Santos, tenor
Luiz Kleber Queiroz, barítono
Maria Aida Barroso, cravo e direção musical
Mario Orlando, viola da gamba
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Missa de São Pedro de Alcântara / St. Peter of Alcântara Mass - Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767 - 1830)
Escola de Música da UFRJ. É escrita para coro a 4 vozes e órgão e contém solos de grande virtuosidade. Há uma outra Missa de José Maurício, com a mesma denominação, composta em 1808.
CREDO EM Sl BEMOL, composto em 1808 para 4 vozes e órgão. A única cópia, de 1891, encontra-se no Arquivo do Cabido Metropolitano do Rio de Janeiro. A costumeira divisão, na época, do Ordinário da Missa em Missa (Kyrie e Gloria) e Credo (Patrem, Sanctus e Agnus Dei), faz com que muitas vezes apenas uma das partes do manuscrito seja encontrada, como é, aparentemente, o caso deste Credo.
CHRISTUS FACTUS EST, obra para Semana Santa. Composta em 1798 para coro a 4 vozes e órgão. A cópia de época, com anotações autógrafas, encontra-se na Biblioteca da Escola de Música da UFRJ.
IN MONTE OLIVETI, faz parte de um Ofício de Ramos composto para 4 vozes, violoncelo e contrabaixo. A única cópia, que se encontrava na lgreja de S.Pedro, no Rio de janeiro, está desaparecida, A peça é apresentada a capella nesta gravação. O tratamento da forma responsorial neste moteto é único dentro da obra conhecida do compositor.
SEPULTO DOMINO, moteto para Semana Santa composto para 4 vozes em data desconhecida. Está contido em 3 diferentes manuscritos: Escola de Música da UFRJ, Igreja de S. Pedro (desaparecido) e Coro de Rio Pardo (também desaparecido).
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830)
01. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 1. Kyrie
02. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 2. Gloria
03. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 3. Domine Deus
04. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 4. Qui Tollis
05. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 5. Quoniam
06. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 6. Cum Santu Spiritu
07. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 7. Patrem
08. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 8. Et Incarnatus
09. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 9. Crucifixus
10. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 10. Et Resurrexit
11. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 11. Sanctus
12. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 12. Hosanna
13. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 13. Benedictus
14. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 14. Hosanna
15. Missa de São Pedro de Alcântara (1809) - 15. Agnus Dei
16. Credo em Si Bemol - 1. Patrem
17. Credo em Si Bemol - 2. Et Incarnatus
18. Credo em Si Bemol - 3. Crucifixus
19. Credo em Si Bemol - 4. Et Resurrexit
20. Credo em Si Bemol - 5. Et Vitam
21. Credo em Si Bemol - 6. Sanctus
22. Credo em Si Bemol - 7. Hosanna
23. Credo em Si Bemol - 8. Benedictus
24. Credo em Si Bemol - 9. Hosanna
25. Credo em Si Bemol - 10. Agnus Dei
26. Christus Factus Est
27. In Monte Olivetti
28. Sepulto Domino
Missa de São Pedro de Alcântara - 1998
Coro de Câmera Pro-Arte
Regência: Carlos Alberto Figueiredo
Carol McDavit, soprano
Katya Kazzaz, mezzo-soprano
José Paulo Bernardes, tenor
Inácio de Nonno, barítono
Rosana Lanzelotte, órgão
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Negro Spirituals au Brésil Baroque - Musique des Lumières
Luis Álvares Pinto (Recife, 1719 - 1789)
01. Te Deum
João Rodrigues Esteves (c.1700-Lisbon, after 1751)
02. Magnificat
Anonyme
03. Sonata Chiquitana - 1. Allegro
04. Sonata Chiquitana - 2. Andante
05. Sonata Chiquitana - 3. Minuetto
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
06. Miserere
Carlos de Seixas (1704-1742)
07. Sonata para órgão
Ignacio Parreiras Neves (Vila Rica, atual Ouro Preto, 1736-1790)
08. Salve Regina
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
09. Magnificat
Negro Spirituals au Brésil Baroque - 2000
Musique des Lumières
Regência: Jean-Christophe Frisch
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Ofício das Violetas e os Motetos para a Procissão de Ramos - Madrigal e Orquestra de Câmara do Departamento de Música da ECA-USP
As obras de Lobo de Mesquita e de Dias de Oliveira encontram-se nos vários arquivos das Corporações musicais espalhadas por todo o Estado de Minas Gerais e norte do de São Paulo. Este é o caso da Missa Fúnebre de Lobo de Mesquita, da qual conhecemos quatro cópias: a do Museu da Música de Mariana (código F-1), a do Arquivo da Orquestra e Banda Lira Ceciliana de Prados e as de São João del Rei: uma no arquivo da Orquestra Lira Sanjoanense e a outra no arquivo particular de Aluisio José Viegas. O título Ofício das Violetas só consta nos manuscritos que estão em Prados e, provavelmente, foi dado, pelo autor dessas cópias, Joaquim de Paula Souza Bom Sucesso. Foram estes últimos que Cecília L. Tuccori escolheu para a montagem da partitura. Copiados entre 1798 e 1803, além de muito claros, esses manuscritos demonstram fidedignidade de referências por parte de Paula Souza. O apelido “violetas” deveu-se ao fato de a instrumentação de Emerico empregar violas na orquestra, suprimindo o uso de violinos.
Das nove Lições que compõem o Ofício de Defuntos, Lobo de Mesquita musicou apenas a primeira, quarta e sétima, não colocando em música nem os Responsórios e nem a Encomendação. Aqui apresentamos somente o lnvitatório do Oficio e a Missa de requiem, sem a Sequentia (Dies irae), que provavelmente nunca foi escrita pelo autor. Nos manuscritos de Mariana lê-se: “Sequentia fica para os Padres”. Esta observação, aliada ao fato de Emerico não ter incluído os Responsórios em sua obra, confirma a tendência do compositor de intercalar trechos em gregoriano durante a realização do Ofício. Sua escrita é clara, cuidada, vigorosa, sem recorrer a inúteis complexidades harmônicas ou rítmicas. As vozes do coro e da orquestra dialogam alternadamente; os instrumentos trabalham sempre aos pares, geralmente em terças paralelas, sendo raros os momentos em que um dos elementos do par sobressaia como solista. Por outro lado, a voz solista frequentemente dialoga com o coro e com os instrumentos afim de contrapor maior ou menor massa sonora. Notem-se estes procedimentos principalmente no Kyrie, em que o diálogo de soprano e contralto com as duas violas é feito através da melodia “espelhada”: as vozes apresentam o tema, que é respondido pelas cordas, ao contrário. Ou entao no Benedictus, o “Duo afetuoso”, que na verdade é um “solo” de dois duetos: as violas se contrapõem ao dueto das vozes apoiadas nas flautas.
Os três Motetos para a Procissão de Ramos, em sol maior, foram feitos para serem cantados na rua. A cópia respeitada para a presente gravação também é do arquivo pradense, feita por Paula Souza e recopiada por José Steves da Costa e Antonio Américo da Costa. Liturgicamente fazem parte da narração da entrada de Jesus em Jerusalém segundo São Mateus. A Antífona Cum appropinquaret é cantada durante o trajeto da procissão; quando ela volta para a frente da lgreja canta-se o Hino Gloria Laus e quando as portas são abertas, o Responsório Ingrediente Domino. A escrita dos três Motetos denuncia a outra profissão do compositor: organista. Não há independência das vozes, pois a escrita é cordal, por acordes; as vozes caminham sempre juntas e, às vezes, há pequenos duetos em terças paralelas. Se não fosse pela funcionalidade do texto na cerimônia religiosa, poderiam ser tocados num órgão sem perda de brilho. A simplicidade das obras evidencia o aspecto estritamente prático dessa música: ser cantada pelo coro da Irmandade, bem como pelos fiéis que participavam da procissão.
Os Motetos de Manoel Dias de Oliveira
Os Motetos de Manoel Dias de Oliveira tornaram-se bem mais populares que os de Emerico, pelo menos no que diz respeito às suas presenças nos arquivos das Corporações musicais de Minas Gerais. Eles são encontrados não só em Prados, Tiradentes e São João del Rei, como também em Pouso Alto, Aiuruoca, Mariana e Diamantina. As cópias empregadas aqui foram as do arquivo de Prados, principalmente por causa de uma particularidade: a existência de duas partes de baixo cifrado, originals do século XVIII e, portanto, contemporâneas do compositor. A escrita de Manoel Dias de Oliveira possui características próprias e muito marcantes. Aí são notáveis a harmonia, complexa, cheia de tensões e de surpresas, o emprego dramático do silêncio e um agenciamento melódico rico o suficiente para irrigar até mesmo a voz do baixo.
(texto parcial de Flávia Camargo Toni, extraído do LP)
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
01. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 1. Invitatório
02. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 2. Requiem
03. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 3. Kyrie
04. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 4. Offertorio
05. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 5. Sanctus
06. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 6. Agnus Dei
07. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 7. Communio
08. Moteto para a Procissão de Ramos - Cum appropinquaret
09. Moteto para a Procissão de Ramos - Gloria Laus
10. Moteto para a Procissão de Ramos - Ingrediente Domino
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Moteto - Domine Jesu
12. Moteto - Popule Meus
13. Moteto - Bajulans
14. Moteto - Miserere
Missa de Requiem e Motetos - sem data (alguém sabe?)
Madrigal e Orquestra de Câmara do Departamento de Música da ECA-USP. Regente: Olivier Toni (faixas 01 a 10)
Madrigal do Departamento de Música da ECA-USP. Regente: Marco Antonio da Silva Ramos (faixa 11 a 14)
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Das nove Lições que compõem o Ofício de Defuntos, Lobo de Mesquita musicou apenas a primeira, quarta e sétima, não colocando em música nem os Responsórios e nem a Encomendação. Aqui apresentamos somente o lnvitatório do Oficio e a Missa de requiem, sem a Sequentia (Dies irae), que provavelmente nunca foi escrita pelo autor. Nos manuscritos de Mariana lê-se: “Sequentia fica para os Padres”. Esta observação, aliada ao fato de Emerico não ter incluído os Responsórios em sua obra, confirma a tendência do compositor de intercalar trechos em gregoriano durante a realização do Ofício. Sua escrita é clara, cuidada, vigorosa, sem recorrer a inúteis complexidades harmônicas ou rítmicas. As vozes do coro e da orquestra dialogam alternadamente; os instrumentos trabalham sempre aos pares, geralmente em terças paralelas, sendo raros os momentos em que um dos elementos do par sobressaia como solista. Por outro lado, a voz solista frequentemente dialoga com o coro e com os instrumentos afim de contrapor maior ou menor massa sonora. Notem-se estes procedimentos principalmente no Kyrie, em que o diálogo de soprano e contralto com as duas violas é feito através da melodia “espelhada”: as vozes apresentam o tema, que é respondido pelas cordas, ao contrário. Ou entao no Benedictus, o “Duo afetuoso”, que na verdade é um “solo” de dois duetos: as violas se contrapõem ao dueto das vozes apoiadas nas flautas.
Os três Motetos para a Procissão de Ramos, em sol maior, foram feitos para serem cantados na rua. A cópia respeitada para a presente gravação também é do arquivo pradense, feita por Paula Souza e recopiada por José Steves da Costa e Antonio Américo da Costa. Liturgicamente fazem parte da narração da entrada de Jesus em Jerusalém segundo São Mateus. A Antífona Cum appropinquaret é cantada durante o trajeto da procissão; quando ela volta para a frente da lgreja canta-se o Hino Gloria Laus e quando as portas são abertas, o Responsório Ingrediente Domino. A escrita dos três Motetos denuncia a outra profissão do compositor: organista. Não há independência das vozes, pois a escrita é cordal, por acordes; as vozes caminham sempre juntas e, às vezes, há pequenos duetos em terças paralelas. Se não fosse pela funcionalidade do texto na cerimônia religiosa, poderiam ser tocados num órgão sem perda de brilho. A simplicidade das obras evidencia o aspecto estritamente prático dessa música: ser cantada pelo coro da Irmandade, bem como pelos fiéis que participavam da procissão.
Os Motetos de Manoel Dias de Oliveira
Os Motetos de Manoel Dias de Oliveira tornaram-se bem mais populares que os de Emerico, pelo menos no que diz respeito às suas presenças nos arquivos das Corporações musicais de Minas Gerais. Eles são encontrados não só em Prados, Tiradentes e São João del Rei, como também em Pouso Alto, Aiuruoca, Mariana e Diamantina. As cópias empregadas aqui foram as do arquivo de Prados, principalmente por causa de uma particularidade: a existência de duas partes de baixo cifrado, originals do século XVIII e, portanto, contemporâneas do compositor. A escrita de Manoel Dias de Oliveira possui características próprias e muito marcantes. Aí são notáveis a harmonia, complexa, cheia de tensões e de surpresas, o emprego dramático do silêncio e um agenciamento melódico rico o suficiente para irrigar até mesmo a voz do baixo.
(texto parcial de Flávia Camargo Toni, extraído do LP)
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
01. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 1. Invitatório
02. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 2. Requiem
03. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 3. Kyrie
04. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 4. Offertorio
05. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 5. Sanctus
06. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 6. Agnus Dei
07. Missa de Requiem (Ofício das Violetas) 7. Communio
08. Moteto para a Procissão de Ramos - Cum appropinquaret
09. Moteto para a Procissão de Ramos - Gloria Laus
10. Moteto para a Procissão de Ramos - Ingrediente Domino
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Moteto - Domine Jesu
12. Moteto - Popule Meus
13. Moteto - Bajulans
14. Moteto - Miserere
Missa de Requiem e Motetos - sem data (alguém sabe?)
Madrigal e Orquestra de Câmara do Departamento de Música da ECA-USP. Regente: Olivier Toni (faixas 01 a 10)
Madrigal do Departamento de Música da ECA-USP. Regente: Marco Antonio da Silva Ramos (faixa 11 a 14)
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Música em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais em Fins do Século XVIII - Americantiga
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 - São Paulo, SP, 1844)
01. Stabat Mater Para 4 Vozes, Flauta, Cordas e Continuo - 1: Stabat Mater
02. Stabat Mater Para 4 Vozes, Flauta, Cordas e Continuo - 2: Eia Mater
03. Stabat Mater Para 4 Vozes, Flauta, Cordas e Continuo - 3: Quando Corpus
04. Stabat Mater Para 4 Vozes, Flauta, Cordas e Continuo - 4: Amen
José Rodriguez Dominguez de Meirelez (séc. XIX, Pitanguí, MG)
05. Oh Lingua Benedicta Para Soprano Solo, Cordas e Continuo
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
06. Tota Pulchra Es Maria Para 4 Vozes, Flauta, Cordas e Continuo
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
07. Ego Enim (Verso Das Matinas De Quinta-Feira) Para Contralto Solo, Cordas e Continuo
Jerônimo de Souza “Queiroz” (Late 18c - 1826)
08. O Patriarca Pauperum Para Tenor Solo, 2 Flautas, Trompas, Cordas e Continuo
Frei Jesuino do Monte Carmelo (Santos, 1764 - Itú, SP, 1819)
09. Ladainha Em Sol Menor Para 4 Vozes e Continuo
10. Pange Lingua, Para 4 Vozes, Cordas e Continuo
Antonio Leal Moreira (1758-1819)
11. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 1: Te Dominum
12. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 2: Te Gloriosus
13. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 3: Tu Devicto
14. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 4: Te Ergo Quaesumus
15. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 5: Aeterna Fac
16. Te Deum 1778 Para 4 Vozes, Trompas, Cordas e Continuo - 6: In Te Domine
Brasil XVIII - XIX - Música em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais em Fins do Século XVIII - 2009
Americantiga Ensemble
Conductor: Ricardo Bernardes
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Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) - Requiem 1816 - Americantiga
O Requiem em ré menor, uma das obras compostas em 1816 para os funerais da rainha D.Maria I (momento histórico de extrema importância pois leva à Aclamação de D. João VI em 1817), teve sua primeira edição numa versão para canto e órgão realizada em 1898 em Leipzig pelo compositor brasileiro Alberto Nepomuceno. Esta obra torna-se, então, a composição mais conhecida de Nunes Garcia durante o século XX. Mesmo assim, infelizmente esta obra contou com poucas gravações em sua versão original e sobretudo não havia, até o presente momento, nenhuma realizada nos conceitos da interpretação historicamente informada e com instrumentos de época. Este Requiem, que é parte componente de uma obra maior que consiste dos Responsórios de Defuntos e Missa de Requiem, sempre chamou a atenção por algumas correspondências musicais com a famosa obra análoga de W.A. Mozart, que teve sua estréia americana dirigida por Nunes Garcia em 1819. Contudo, muito mais do que algumas semelhanças com a obra de Mozart, o Requiem de Nunes Garcia é uma das obras de maior força expressiva compostas durante o Brasil Colônia. O estilo único e inconfundível do compositor pode ser observado em vários momentos da obra porém, sobretudo, no fim da Missa onde algumas linhas melódicas cheias de melancolia fazem lembrar a popular modinha luso-brasileira do inicio do século XIX que se tornara a marca registrada de um “brasileirismo” do nacionalismo do século XX. Para esta gravação foi utilizada a edição preparada para a editora Carus Verlag em 2000 pela musicóloga brasileira Cléofe Person de Mattos, a quem dedicamos uma homenagem póstuma através deste trabalho.
Compositor essencialmente de musica sacra, Nunes Garcia tem somente algumas obras seculares em seu Catálogo. A primeira de suas obras instrumentais, ainda que composta para ser executada numa cerimônia religiosa, é a Sinfonia Fúnebre provavelmene composta em 1790 como introdução ao serviço de exéquias em homenagem aos músicos falecidos da Irmandade de Santa Cecília da qual Nunes Garcia foi membro durante toda sua vida. Com uma orquestração muito leve, este movimento lento em Mi bemol maior expressa uma atmosfera de paz e tranquilidade que contrasta com a dramaticidade da música do Requiem escrito vinte e seis anos depois.
Como um exemplo de obra de um compositor contemporâneo a Nunes Garcia, esta gravação apresenta também a introdução, com recitative e ária, da cantata O Último Cântico de David, composta em 1817 por José Joaquim de Sousa Negrão (Bahia, Brasil-Início de século XIX). Esta peca occasional, pouco conhecida e uma das raras em língua portuguesa deste repertório, foi descoberta e gentilmente cedida para este projeto pelo maestro Ernani Aguiar.
Finalmente, como um exemplo de uma obra teatral do próprio Nunes Garcia, trazemos o recitativo, ária e finale da cantata Ulissea, composta em 1809 e também cantada em português. Esta obra, ao invés de ser composta para um dos castrati da Real Capela, foi contudo destinada para o soprano feminino Joaquina “Lapinha” cantora mulata brasileira que fez muito sucesso em seu tempo tanto no Brasil quanto em Portugal.
Estas obras foram pela primeira vez em tempos modernos executadas e gravadas com instrumentos de época e, na ocasião muito especial deste projeto bi-nacional, formada por músicos norte-americanos e brasileiros, como nos casos da executante de clarinete do século XVIII Monica Lucas e do soprano Simone Foltran, especialmente trazidas a Austin, Texas, para este evento.
(texto extraído do encarte)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Missa de Requiem (1816) - 1. Introitus
02. Missa de Requiem (1816) - 2. Kyrie
03. Missa de Requiem (1816) - 3. Graduale
04. Missa de Requiem (1816) - 4. Sequentia: Dies Iræ
05. Missa de Requiem (1816) - 5. Sequentia: Ingemisco
06. Missa de Requiem (1816) - 6. Sequentia: Inter Oves
07. Missa de Requiem (1816) - 7. Offertorio
08. Missa de Requiem (1816) - 8. Sanctus
09. Missa de Requiem (1816) - 9. Sanctus, Benedictus
10. Missa de Requiem (1816) - 10. Agnus Dei
11. Missa de Requiem (1816) - 11. Communio
12. Sinfonia Fúnebre (1790)
José Joaquim de Souza Negrão (Bahia, early 19th. Century)
13. Qual Manhã Serena e Clara from the cantata O Último Cântico de Davi (1817) 1. Recitative
14. Qual Manhã Serena e Clara from the cantata O Último Cântico de Davi (1817) 2. Aria
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
15. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 1. Recitativo
16. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 2. Aria
17. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 3. Coro final do drama
José Maurício Nunes Garcia - 2007
Americantiga Early Music Ensemble
Conductor: Ricardo Bernardes
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Compositor essencialmente de musica sacra, Nunes Garcia tem somente algumas obras seculares em seu Catálogo. A primeira de suas obras instrumentais, ainda que composta para ser executada numa cerimônia religiosa, é a Sinfonia Fúnebre provavelmene composta em 1790 como introdução ao serviço de exéquias em homenagem aos músicos falecidos da Irmandade de Santa Cecília da qual Nunes Garcia foi membro durante toda sua vida. Com uma orquestração muito leve, este movimento lento em Mi bemol maior expressa uma atmosfera de paz e tranquilidade que contrasta com a dramaticidade da música do Requiem escrito vinte e seis anos depois.
Como um exemplo de obra de um compositor contemporâneo a Nunes Garcia, esta gravação apresenta também a introdução, com recitative e ária, da cantata O Último Cântico de David, composta em 1817 por José Joaquim de Sousa Negrão (Bahia, Brasil-Início de século XIX). Esta peca occasional, pouco conhecida e uma das raras em língua portuguesa deste repertório, foi descoberta e gentilmente cedida para este projeto pelo maestro Ernani Aguiar.
Finalmente, como um exemplo de uma obra teatral do próprio Nunes Garcia, trazemos o recitativo, ária e finale da cantata Ulissea, composta em 1809 e também cantada em português. Esta obra, ao invés de ser composta para um dos castrati da Real Capela, foi contudo destinada para o soprano feminino Joaquina “Lapinha” cantora mulata brasileira que fez muito sucesso em seu tempo tanto no Brasil quanto em Portugal.
Estas obras foram pela primeira vez em tempos modernos executadas e gravadas com instrumentos de época e, na ocasião muito especial deste projeto bi-nacional, formada por músicos norte-americanos e brasileiros, como nos casos da executante de clarinete do século XVIII Monica Lucas e do soprano Simone Foltran, especialmente trazidas a Austin, Texas, para este evento.
(texto extraído do encarte)
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
01. Missa de Requiem (1816) - 1. Introitus
02. Missa de Requiem (1816) - 2. Kyrie
03. Missa de Requiem (1816) - 3. Graduale
04. Missa de Requiem (1816) - 4. Sequentia: Dies Iræ
05. Missa de Requiem (1816) - 5. Sequentia: Ingemisco
06. Missa de Requiem (1816) - 6. Sequentia: Inter Oves
07. Missa de Requiem (1816) - 7. Offertorio
08. Missa de Requiem (1816) - 8. Sanctus
09. Missa de Requiem (1816) - 9. Sanctus, Benedictus
10. Missa de Requiem (1816) - 10. Agnus Dei
11. Missa de Requiem (1816) - 11. Communio
12. Sinfonia Fúnebre (1790)
José Joaquim de Souza Negrão (Bahia, early 19th. Century)
13. Qual Manhã Serena e Clara from the cantata O Último Cântico de Davi (1817) 1. Recitative
14. Qual Manhã Serena e Clara from the cantata O Último Cântico de Davi (1817) 2. Aria
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
15. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 1. Recitativo
16. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 2. Aria
17. Ninfas do Tejo Ameno from the cantata Ulissea, with choir (1809): 3. Coro final do drama
José Maurício Nunes Garcia - 2007
Americantiga Early Music Ensemble
Conductor: Ricardo Bernardes
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JOSÉ MAURÍCIO NUNES GARCIA
Sinfonieta dos Devotos de Nossa Senhora dos Prazeres - Os Mestres Mulatos
Luis Álvares Pinto (Recife, 1719 - 1789)
01. Te Deum Laudamus (1760) - Tibis Omnes
Pe. Caetano de Mello Jesus (Bahia?)
02. Recitativo e Ária (1759) - Ária
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
03. Tercis (1783) - Difusa est Gratia
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
04. Gradual: Fuga do Egito - Angelus Domini
Joaquim de Paula Sousa “Bonsucesso” (Prados, c. 1760 - idem, c. 1820)
05. Antífona de São Joaquim - Laudemus Virum
Pe. João de Deus Castro Lobo (Vila Rica, 1794 - Mariana, 1832)
06. Salve Sancte Pater
Anônimo (Serro, MG, Séc. XIX)
07. Jam Sol
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
08. Domini Jesu - Coral
Anônimo (modinhas imperiais coligidas por Mário de Andrade)
09. Escuta formosa …
10. Hei de amar-te até morrer
11. Lundum …
Xisto Bahia (1841 - 1894)
12. Lundu
Tradição oral, Paratí, RJ
13. Porto das Almas
Tradição oral, litoral norte, SP
14. Bendito
Antonio Carlos Gomes (1836-1906)
15. Cayumba - Dança de Negros
Os Mestres Mulatos - 2007
Sinfonieta dos Devotos de Nossa Senhora dos Prazeres
Direção musical e Regente: Marcelo Antunes Martins
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Missa em Dó Maior & Credo de São José do Tocantins - Orquestra Sinfônica de Goiânia
Por volta dos séculos XVI e XVII a Capitania de Goiás foi uma das mais importantes rotas para as expedições dos bandeirantes, que se aventuravam pelo interior do Brasil. Atrás do ouro protegido pelos índios, chegou o bandeirante Bartolomeu Bueno em 1727, trazendo consigo o povoamento das principais cidades que se formaram em função da mineração. Vila Boa (Goiás), Meia Ponte (Pirenópolis), Jaraguá, Pilar, dentre outras, foram importantes cidades que se formaram a partir do ciclo de exploração do ouro e das pedras preciosas. A vida cultural destas cidades era rica e esplendorosa. Entretanto pouco sabemos de seus compositores e da autenticidade das obras musicais ali executadas anteriores ao séc. XX.
(Junior Cesar Bueno e Freitas, superintendente da Fundação Orquestra Sinfônica de Goiânia, no encarte)
Missa em Dó Maior & Credo de São José do Tocantins - Anônimo
01. Missa em Dó Maior - 1. Kyrie: Kyrie eleison (largo)
02. Missa em Dó Maior - 2. Kyrie: Kyrie eleison (Allegro)
03. Missa em Dó Maior - 3. Kyrie: Christe eleison
04. Missa em Dó Maior - 4. Kyrie: Kyrie eleison (Allegro)
05. Missa em Dó Maior - 5. Gloria: Gloria in excelsis
06. Missa em Dó Maior - 6. Gloria: Domine Deus
07. Missa em Dó Maior - 7. Gloria: Qui sedes
08. Missa em Dó Maior - 8. Gloria: Quoniam
09. Missa em Dó Maior - 9. Gloria: Cum Sancto Spiritu (Largo)
10. Missa em Dó Maior - 10. Gloria: Cum Sancto Spiritu (Allegro)
11. Credo de São José do Tocantins - 1. Credo: Patrem omnipotentem
12. Credo de São José do Tocantins - 2. Credo: Et incarnatus est
13. Credo de São José do Tocantins - 3. Credo: Crucifixus
14. Credo de São José do Tocantins - 4. Credo: Et resurrexit
15. Credo de São José do Tocantins - 5 Credo: Confiteor
16. Credo de São José do Tocantins - 6. Credo: Et exspecto resurrectionem
17. Credo de São José do Tocantins - 7. Credo: Et vitam venturi saeculi
18. Credo de São José do Tocantins - 8. Sanctus: Sanctus
19. Credo de São José do Tocantins - 9. Sanctus: Hosanna
20. Credo de São José do Tocantins - 10. Sanctus: Benedictus
21. Credo de São José do Tocantins - 11. Sanctus: Hosanna
22. Credo de São José do Tocantins - 12. Agnus Dei: Agnus Dei
Missa em Dó Maior & Credo de São José do Tocantins - 2001
Solistas da Fundação Orquestra Sinfônica de Goiânia
Soprano: Marília Álvares
Mezzo-soprano: Rita Mendonça
Tenor: Michel Silveira
Barítono: Ângelo Dias
Violinos: Anderson Rocha e Henrique Douglas
Violoncelo: Gidesmi Alves
Trompas: Roberson Gonçalves e Rubem Santos
Cravo: Beatriz Pavan
Direção musical e pesquisa: Marshal Gaioso
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
André da Silva Gomes - Missa a 5 vozes (1800) e Noturnos de Natal
André da Silva Gomes - Missa a 5 vozes de 1800 e Noturnos de Natal de 1774. Fabulosa gravação, uma peça que vale a pena ouvir e apreciar.
01 - Kyrie eleison
02- Christe eleison
03 - Kyrie eleison
04 - Gloria
05 - Laudamus
06 - Gratias
07 - Domine Deus
08 - Qui tollis
09 - Quoniam
10 - Cum Sancto Spiritu
11 - 1º Responsório
12 - 2º Responsório
13 - 3º Responsório
14 - 4º Responsório
15 - 5º Responsório
16 - 6º Responsório
17 - 7º Responsório
18 - 8° Responsório
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